A escolha da humanidade (Duane Elgin)
« A escolha da humanidade A nossa primeira tarefa enquanto comunidade humana é reconhecer a espantosa capacidade de escolha que temos diante de nós. Se, por um lado, optarmos por ver o Universo como uma entidade desprovida de vida, então é compreensível que sejamos invadidos por sentimentos de alienação existencial, de ansiedade, pavor e medo. Por que motivo haveríamos de desejar estabelecer uma comunhão com o espaço vazio e a fria indiferença da matéria inerte? Relaxar no contexto de um universo morto apenas fará com que nos afundemos no desespero existencial. Assim sendo, mais vale viver à superfície da vida, sem ansiar por qualquer tipo de profundidade. Imagem: NASA, 2011 ( daqui ) Se, por outro lado, sentirmos que vivemos num Universo vivo, então é natural que sejamos invadidos por sentimentos de conexão, curiosidade e gratidão em relação ao que nos rodeia. Quando nos vemos como habitantes do jardim cósmico da vida, que se tem vindo a desenvolver desde ...