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O TEMA ESCALDANTE - Quando a bioenergia corre mal (em Famalicão)
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N a primeira sessão AMBIENTAR-SE de 2018, a Associação Famalicão em Transição juntou-se à ZERO - Associação Sistema Terrestre Sustentável para trazer ao debate a Famalicão, concelho onde se prevê grande central a biomassa, o tema das bionergias com o filme: " O TEMA ESCALDANTE - Quando a bioenergia corre mal " ("THE BURNING ISSUE - When bioenergy goes bad", 2017, França, 49 min) 19 de janeiro de 2018 (sexta) 21h30 Casa do Território, Parque da Devesa Vila Nova de Famalicão Gratuito , entrada livre Sinopse: « Era suposto ser o melhor de todos os mundos: energia renovável, limpa, proveniente de matéria orgânica, principalmente resíduos. Mas infelizmente também se tornou a apropriação de terras, a destruição de floresta sem sentido, e um festival de subsídios nacionais que causaram as distorções mais devastadoras que se pode imaginar. Neste documentário co-produzido pela BirdLife Europe and Central Asia e pela Transport ...
Este não é o filme que Portugal merece
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This is Portugal from Shortfuse on Vimeo . « Este não é o filme que queríamos ter feito. Este não é o filme que Portugal merece. Maior área ardida de sempre. Mês mais seco em 87 anos. Mais de 500 fogos activos num dia. Mais de 100 mortos. Não podemos esquecer. #PortugalPrecisaDeTi » Fonte: Shortfuse Veja como ajudar a comunidade vítima dos incêndios neste site da TVI (ajuda para Seia, Vouzela, Tábua, Arganil, Mangualde, Santa Comba Dão e Viseu) ou aqui (Leiria), e também no Jornal de Negócios . Somos um povo solidário , não esqueçamos! Para ajudar a Quinta de Cabeço do Mato (permacultura), que ardeu completamente, contribua aqui Para ajudar a Quinta dos Melros (eco-construção), que ardeu completamente, contribua aqui (menciono estes dois casos porque os conheço pessoalmente: já estive na outrora belíssima Quinta do Cabeço do Mato e o Chris Ripley da Quinta dos Melros já veio a Famalicão fazer um interessante...
Portugal Contra os Incêndios
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« Espaços florestais contínuos e, no caso em análise, ocupados predominantemente por monoculturas de eucalipto e pinheiro bravo não sujeitas a gestão adequada face ao risco de incêndio que representam, geram incêndios grandes e severos. ... «A sociedade portuguesa tem um distanciamento cultural em relação à floresta que urge ultrapassar. Por esse motivo, Portugal regista um elevadíssimo número de ignições por ano, valor que é seis vezes superior ao registado em Espanha e 19 vezes superior ao da Grécia. Neste domínio propõe-se a revisão da estratégia nacional de prevenção de ignições, convidando a comunicação social a desempenhar um papel pedagógico na área da prevenção e a montar um sistema de avisos automáticos e generalizados que permitam impedir ou, quando muito, reduzir o desproporcionado número de ignições que anualmente é registado. » Fonte: Extrato do Relatório da comissão técnica independente sobre os incêndios de Pedrógão Grande ***********************...
Aliança pela Floresta Autóctone
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Por um futuro livre de incêndios em Portugal, " Recusar a passividade perante os fogos no nosso território" « LANÇAMOS ESTE APELO a todas as entidades e cidadãos que aceitem participar numa aliança para a recuperação da floresta autóctone em Portugal. Face ao estado degradado e insustentável do coberto vegetal no País, é nossa convicção que do restauro da floresta autóctone depende um futuro liberto do flagelo sistemático dos incêndios. Aqui fica o nosso convite para que a partilhem connosco.» Leia o texto do Apelo e, se sentir como nós, subscreva-o e divulgue-o em seu redor. » Fonte: Aliança pela Floresta Autóctone ( http://florestautoctone.webnode.pt/ )
"Quem ganha com a madeira ardida?" (por Acréscimo)
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" Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve: ... Articular as iniciativas de empresas do setor energético, em coordenação com os municípios dos territórios afetados, para a criação de parques de receção de biomassa florestal residual, com o objetivo de assegurar aos produtores florestais o valor de mercado do material lenhoso das áreas afetada. .. ." Este é o ponto 3 da RCM nº 101-A/2017 a que se refere o artigo da Acréscimo, Associação de Promoção ao Investimento Florestal, que aqui fica transcrito para informação e reflexão: Quem ganha com a madeira ardida? « A Resolução do Conselho de Ministros n.º 101-A/2017 , de 12 de junho, no seu ponto terceiro dá a resposta Imagem obtida aqui As empresas do sector energético, concretamente as de produção de energia elétrica e de pellets associadas à utilização de biomassa florestal, que se diz ser residual, têm motivos para, no curto prazo, poderem auferir de um bal...
Incêndios e Mudança Climática (por Jorge Leandro Rosa)
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Sobre os incêndios florestais em Portugal em 2017, os factos e os dados são desoladores! Muitos fatores contribuem para este estado apocalíptico, e é urgente enfrentar o problema com seriedade. O quadro do ICNF mostra que a ardida até julho foi quase 6 vezes superior à média dos 10 anos anteriores, e de acordo com dados mais recentes, em 22/8 a área ardida em 2017 foi de 166 mil hectares! Dados do ICNF obtidos no relatório aqui O interessante texto que se segue, de Jorge Leandro Rosa, alerta para um dos fatores que não pode deixar de ser equacionado: as alterações climáticas. « INCÊNDIOS E MUDANÇA CLIMÁTICA: O TÍTULO DE PRIMEIRA PÁGINA QUE NUNCA LERÃO NA IMPRENSA PORTUGUESA Esta notícia do DN - Incêndios voltam a bater recorde e Portugal pede ajuda à Europa ) - é apenas um exemplo do inútil e enganador retrato que a imprensa portuguesa tem vindo a dar dos incêndios «recordistas» em Portugal. Estamos a bater recordes a cada nova vaga de incêndios...
"As chamas do cifrão" (por Pedro Miguel Cardoso)
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" Já repararam no que há em comum nos factores que potenciaram a tragédia? Lucros privados, prejuízos colectivos. O cifrão é quem mais ordena. " A seguir, a transcrição do artigo de Pedro Miguel Cardoso publicada no Jornal Económico (SAPO): As chamas do cifrão Pedro Miguel Cardoso, Investigador Imagem daqui « A tragédia de Pedrógão Grande que queimou Portugal não é apenas um azar. É também o resultado de um rumo político e económico que tem uma dimensão global e uma dimensão nacional. Ilustrativo do tempo em que vivemos. No que diz respeito à dimensão global, muitos cientistas têm alertado que o uso intensivo de combustíveis fósseis (petróleo, carvão, gás natural) como fontes energéticas contribui de forma decisiva para rápidas e perigosas alterações climáticas. Prevê-se, entre outras consequências, uma subida da temperatura média global e o aumento da intensidade e frequência de fenómenos climáticos extremos. Para Portugal, as ondas de calor, a redução da pr...