Transição Interior
«Nosso planeta é lindo!
Mas o povo que vive nele é muito primitivo.

Somos uma civilização que não merece nem mesmo esse adjetivo: "civilizados".
Não somos civilizados! Essa ideia é parte da viagem do ego. Nem educados somos.
Somos muito ignorantes.
Porque eu digo isso?
Porque de acordo com a minha visão, o que nos torna civilizados é a nossa capacidade de criar empatia, de se colocar no lugar do outro.
Ou seja, nossa capacidade de manifestar o amor em todas as suas dimensões. O amor tem diferentes dimensões: respeito, igualdade, caridade, humildade, perdão, compaixão.
Mas esse amor só se manifesta quando formos capazes de nos auto responsabilizar pelas nossas próprias escolhas. Que inclui o fim da vitimização e do jogo das acusações.»
Dedico este post a todos os que acordaram ou estão prestes a acordar.
Dedico também aos que estão em sono profundo, mas esses certamente não virão aqui, muito menos irão ver o vídeo. Mas se chegarem, e se virem, e se entenderem, então já não estavam em sono profundo.
Para acabar, transcrevo um excerto do texto "O bondage da bondade" de Isabela Figueiredo, publicado há dias no seu blogue Novo Mundo:
«Há em nós uma bondade intrínseca contra a qual lutamos todos os dias, por não ser boa ideia evidenciá-la. Ninguém lhe acha graça. Há uma bondade que passamos a vida a calar, a controlar. E, contudo, se há algo de que o mundo precisa é de bondade. Mais nada.»
Animal umano degenerado não é capaz de SENTIR COMPAIXÃO. O resto é treta!
ResponderEliminarE já agora Manuela, a transcrição está incorrecta nesta frase "Somos uma civilização que não merece nem "... falta o resto que o bacano disse!
A "mudança na frequência vai fazer tudo balançar ainda mais"... Lá isso vai! Quando chegar a geração 5G é que vai ser balançar.
Eu acho que devias dedicar a mensagem exactamente aos que estás a excluir! Se não demonstras COMPAIXÃO por eles como queres que eles a SINTAM e passem também a EMANAR?
voza0db
Obrigada, voza0db, já retifiquei.
ResponderEliminarManuela, quando estava quase a acordar, voltei a adormecer. Fui de um sono para outro sono. Aquele em que Minha Alma me embala quando faz sucessivas demonstrações de que o meu Eu se resume a ela própria, como se não houvesse mais nada. Foi Meu Contrário que me veio acordar quando me veio alertar. Me disse ele:
ResponderEliminar"A autorresponsabilização é condição necessária mas não suficiente para mudar o mundo. Falta a autorresponsabilização de grupo, já que que o mundo não é o somatório dos milhares de milhões de individuos que o habitam. O que te deve preocupar é o comportamento coletivo o resto... aprofunda o nosso individualismo e reduz-nos a um somatório de sentimentos... e distorce o caminho."
Boas!
EliminarEste teu "Meu Contrário" debitou uma escrita algo confusa! Ou então sou eu que também estou a nanar!
voza0db
Tens razão. Meu Contrário enrola, enrola. Minha Alma é mais direta.
EliminarDiz ela:
"Ou há um despertar coletivo, ou a Terra vais para o maneta"
Está mais claro?
eheh Ficou!
EliminarE se a solução é um "despertar colectivo"... Então já fomos para o maneta.
Aliás, estamos a ir todos os dias um bocadito!
voza0db
Rogério, longe de mim ser especialista na matéria!
ResponderEliminarMas concordando em discordar, penso que se TODOS e CADA UM se auto responsabilizar e se TODOS e CADA UM fizer o melhor possível pelos OUTROS, não vejo como pode o GRUPO não se auto responsabilizar. Sim, o grupo é mais que a soma das partes. E entrar no caminho de conhecermos melhor a nós mesmos, é entrar no caminho de conhecer melhor também os outros, não me parece que seja o caminho do individualismo.
Antes pelo contrário.
TODOS e CADA UM
EliminarÉ exatamente isso!
"“Dizemos aos confusos, Conhece-te a ti mesmo, como se conhecer-se a si mesmo não fosse a quinta e mais dificultosa operação das aritméticas humanas, dizemos aos abúlicos, Querer é poder, como se as realidades bestiais do mundo não se divertissem a inverter todos os dias a posição relativa dos verbos, dizemos aos indecisos, Começar pelo princípio, como se esse princípio fosse a ponta sempre visível de um fio mal enrolado que bastasse puxar e ir puxando até chegarmos à outra ponta, a do fim, e como se, entre a primeira e a segunda, tivéssemos tido nas mãos uma linha lisa e contínua em que não havia sido preciso desfazer nós nem desenredar estrangulamentos, coisa impossível de acontecer na vida dos novelos e, se uma outra frase de efeito é permitida, nos novelos da vida.”
Saramago?
Claro!
Está decidido! Tenho de ler "A CAVERNA"!
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