"Comer para matar o cancro à fome" - William Li
"William Li apresenta uma nova abordagem para combater o cancro: angiogénese, prevenir o crescimento da rede de vasos sanguíneos que nutre os tumores. O passo fundamental (e o melhor): Comer alimentos que combatem o cancro usando o seu próprio método de desenvolvimento."
- Uvas vermelhas
- Vinho tinto
- Acelga chinesa /bok choy
- Couve galega / penca
- Grãos de soja
- Ginseng
- Cogumelos maitake
- Alcaçus
- Açafrão-da-terra
- Noz-moscada
- Alcachofra

- Alfazema
- Abóbora
- Pepino-do-mar
- Atum
- Salsa
- Alho
- Tomate
- Azeite
- Óleo de semente de uva
- Chocolate preto
- Outros
- Cebola
- Batata-doce
- Romã
- Arando
- Canela
- Funcho (erva-doce)
- Couve-repolho
- Sementes de sésamo
- Manjericão (basílico)
- Tomilho
- Tofu
- Miso
- Leite de soja
- Sardinha
- Camarão
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Imagem obtida aqui |
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Sem esquecer a poderosa beterraba, e a receita do batido de beterraba, cenoura e laranja: 1 cenoura, 2 laranjas, 1/2 beterraba, água (a gosto, desde meio copo a mais de meio litro) - junte tudo no liquidificador e trate da sua saúde.
E se possível, prefira alimentos biológicos, especialmente se estiverem no grupo dos "mais sujos"!
"Alimentação e medicina não são duas coisas diferentes: são o verso e o reverso de um único corpo", Masanobu Fukuoka
Que belas dicas/sugestões.
ResponderEliminarObrigada.
Bom 2013.
Abraço.
Obrigada pela visita e comentário, GL :)
ResponderEliminarUm abraço e um bom ano novo para si também!
Olá Manuela!
ResponderEliminarMuito interessante este tema!
Continuo sem entender porque o ser humano em geral teima em atulhar-se de medicamentos em vez de repensar na forma de comer (e já agora de estar).
Votos de feliz 2013!
Beijinhos
Olá Ana
EliminarJulgo que é uma questão cultural/civilizacional! Mas aos poucos, ou por força de circunstâncias dramáticas, as coisas hão-de mudar!
Beijinhos. obrigada e um ótimo 2013!
muito bom conselho
ResponderEliminarInfelizmente não há, ainda, nenhuma estratégia eficaz no combate à doença oncológica, apenas terapias que funcoonam umas vezes e não funcionam muitas mais. O grande ptoblema reside no facto de a medicina actual ainda não entender grande parte do fenómeno da doença oncológica. Por isso, face à mesma, age e reage "às apalpadelas". Para a indústria farmacêutica, por sua vez, a doença constitui-se como um filão extraordinário, o que em nada ajuda o prognóstico. Penso que só daqui a umas décadas, com a massificação da manipulação genética, a humanidade poderá vir a ter acesso a algum sucesso no combate à doença. No entretanto o seu efeito devastador só irá aumentar, implacavelmente, no mundo dito civilizado. Infelizmente.
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