Os novos OGM
Nos últimos anos, foram desenvolvidos novos métodos de engenharia genética, baseados essencialmente nas seguintes técnicas:
- Síntese de ADN artificial – a partir de um modelo natural ou não.
- A capacidade de inserir ADN em localizações precisas praticamente em qualquer ponto do genoma, utilizando nucleases ou “tesouras genéticas”.
- Cultura em laboratório de células extraídas de animais, as quais são depois manipuladas geneticamente e utilizadas para desenvolver embriões.
- Manipulação da regulação genética (epigenética).
Estes novos métodos de “tecnologia de síntese genética” ou de “edição de genoma” são muito diferentes de tudo o que até agora se fazia em engenharia genética:
- A estrutura de ADN que se obtém deixa de estar dependente de sequências de ADN já existentes na natureza. Pode ser desenhada em computador e depois sintetizada em laboratório, ou combinada em diferentes variações.
- Por vezes, já não é necessário transferir ADN, uma vez que o genoma pode ser modificado diretamente na célula.
- Nem sempre é necessário alterar a estrutura do ADN para alterar os organismos – isto pode agora ser feito manipulando a regulação genética.
- Os novos métodos possibilitam alterações radicais do genoma, por exemplo, alterando a sequência de ADN em várias localizações-alvo ou inserindo material genético para o qual não existem modelos na natureza.
Fonte (texto e imagens): Plataforma Transgénico Fora
Saiba mais sobre os elevadíssimos riscos dos OGM de 2ª geração com os exemplos da "mosca monarca", da abelha melífera e do tomate CRISPR, segundo publicações de 2020 e 2021, no artigo:
disponível em: https://www.stopogm.net/novos-ogm-exemplos/
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