No dia 26 de Abril de 1986, há 25 anos, ocorreu o mais grave acidente relacionado com a energia nuclear, do qual ainda hoje se sentem os efeitos negativos, causado por erros humanos, Chernobil, na Ucrânia. Há pouco mais de mês e meio, no dia 11 de Março de 2011, ocorreu o acidente na central nuclear de Fukushima, Japão, na sequência do sismo e tsunami, a sua dimensão e impacto ainda está por avaliar. A sociedade em transição de que tenho falado por aqui, é uma sociedade que procura uma vivência mais simples e sadia, que procura rentabilizar a agricultura de forma natural, que promove o desenvolvimento local, que aproveita o que de bom têm as comunidades que interagem, que procura diminuir os consumos energéticos em tantas as frentes que conseguir e utilizar energia limpa e renovável. A energia nuclear, na minha opinião, representa o oposto a tudo isto. Sobre o tema, transcrevo a mensagem da Quercus : " 25 Anos após o Acidente de Chernobil Quercus exige o encerramento de Almar...
Subescrevo na totalidade o Michael Moore. Embora esteja ao corrente do que se passa com a Guerra do Petróleo, não deixo de dizer que o mesmo está a ser feito com a água. "Corredores" altamente militarizados, estão a ser levados a cabo, há já alguns anos, por todos os Países do Mundo, numa disputa mortífera. Sim, uma nova guerra virá, porque findo o petróleo, ( estão a ser acabados os últimos "pipelines" no Mar Cáspio"), há que investir em massa no negócio do armamento. Sendo este ano o de crise mais violenta, por nós testemunhado, pergunto então porquê, e segundo um estudo de Estocolmo, se venderam mais armas no Mundo, desde a 2ªguerra mundial?
ResponderEliminarAinda bem que Moore nos envia uma mensagem de Esperança, pois é do que estamos a precisar. Também de soluções assim propostas e concretizadas!
Acho uma boa ideia do MM converter a GM numa fábrica de carroçarias para transporte de alta velocidade lá nos EUA. E colocar parte dos desempregados a construir as vias férreas. Aquilo lá é enorme, e só atravessam de carro ou avião.
ResponderEliminarCá é que não precisamos de TGV, pelo menos do norte/sul que já está muito bem servido pelo alfa.
O TGV está intrínsecamente ligado, aos corredores de Pipelines, quanto a isso, não estou a ver que possamos fazer algo de contrário aos Masters.
ResponderEliminarO que eles definem é para cumprir, a bem ou a mal!